
Não fui eu quem cantou para os meus amigos, mas sim Patricia Vasconcelos, uma "Diana Krall" muito à Portuguesa (eu arriscaria a dizer melhor até), pois encarnou na perfeição variadíssimos estilos e tons, todos com firmeza, fazendo-nos viajar até aos filmes do Frank Sinatra, aos ambientes de reclusão de um bom bar de Jazz, e sobretudo à eterna fantasia do amor em todas as suas fases...só falta mesmo elogiar o cenário e o "Décor" do palco: simplesmente fantásticos.
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