Não há ninguém neste mundo que não procure ser feliz...a busca da felicidade é algo que todos nós faremos dia após dia, até ao fim das nossas vidas, porque somos assim...faz parte da nossa natureza procurarmos sempre algo mais, algo que nos complete, ou então algo que nos faça simplesmente felizes, nem que seja por breves momentos, ou que nos dê esperança para um momento futuro de contentamento. Seja na nossa relação com quem amamos ou com os nossos amigos, a inquietação e a não-acomodação faz parte (ou deve fazer) do nosso dia-a-dia.
E porque é que fiquei a pensar nisto? Pois muito bem: por causa de um filme! Como hoje em dia, tudo parece acontecer desta forma, todas as "iluminações" de alma que temos surgem ou de um filme, ou de um livro, ou de uma experiência, mas creio que, sobretudo de um filme, que consegue combinar todas essas sensações, embora de modo diferente, mas isso agora não é o mais importante. O importante mesmo a reter deste post é que, embora sendo acusado (justamente) de ser um filme puramente comercial e a "puxar" ao sentimento, não deixa de ser um filme sobre relações, e especialmente pela forma como é contado, em forma de história, dentro de uma história. Este filme parece ter o dobro da duração que tem na realidade. E é aqui que, para mim, reside a sua melhor característica: no facto de ser um filme despretensioso, e com muito boas vibrações. Talvez por ser passado em Nova Iorque, talvez por retratar o ambiente que se respira nesta cidade, talvez por assistirmos em "flashback" à campanha de Bill Clinton, em que os Estados Unidos voltavam a virar à "Esquerda", à maneir a deles, talvez por observarmos os anos 90 à mesma distância com que têm sido observados os anos 70 e 80, talvez por todos estes factores, e mais alguns que não me lembro de momento, penso que, embra sendo "mais um" filme no género, vale a pena ser visto.
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